Estive com a Fofinha semana passada e conversamos um pouco. Uma das primeiras vezes que conseguimos convresar tranquilamente, sem nos desenterder quando o assunto é o nosso relacionamento. Acho que ela ta sentindo que vou continuar frime emmeu próposito e que não vou voltar para seus braços simplesmente por ama-la. E eu estou chegando a conclusão de que não vai dar certo nossa relação na atual conjntura em que me encontro. Depois que caminhamos quase uma hora conversando amigavelmente, dspedí-me dela com um beijo gentileza e posteriormente mandei uma mensagem telefônica dizendo que sua companhia me fez muito bem, o que é verdadeiro, e esperava que ela tivesse gostado também. Ela me respondeu que sim, que gostou muito e que também se sentiu bem com minha companhia. Sinto tristeza em sua fala e ao mesmo tempo fico triste por não poder fazer nada em relação a essa situação. O qu eposso fazer é esperar que se algum dia tiver a oportunidade de tê-la como gostaria, sem medo, sem esconder-se de ninguém, sem precisar dar explicação a terceiros e sem se preocupar em ser visto por outros que tem a língua maior que o beiço. Assim, estamos. E hoje, por acaso estive com ela e como estávamos simplesmente passando um pelo outro e na fila de ônibus, nãopude façar com ela, e somente perguntei se estava tudo bem, o que ela disse que sim, em ar tristonho e semblante de descrédito. Estou sentindo muita saudade!
Olha, parece que essa mais uma das tantas histórias de Amor Proibido escritas pelo livro da vida e, neste caso, só o destino poderá decidir o final. Sua história confirma o que eu falo no blog do Amor Proibido: que o adeus não significa o fim amor, mas sim uma condição imposta pelo destino. Afinal, se o amor for verdadeiro, nada e nem o tempo conseguirá acabar. Então, só resta esperar que Deus os abençoe e decida o final da história de amor de vocês. Vou torcer que seja um final feliz para todos.
ResponderExcluirObrigada pela visita ao meu blog.
Um abraço.