
esses dias estive co a Fofinha, depois de tanto tempo ela me ligou. Quase não acreditei quando vi seu número em meu telefone, brilhando como uma estrela a me chamar:"Amor, eu quero te ver", e a minha resposta entusiasmante era:"Vamos marcar um dia". Na sexta feira estava com um novo ânimo mas não quis que ninguém soubesse. Era um segredo só meu. Iria ver minha gata, apaixão da minha vida e quando sai para o encontro, lá estava ela, no mesmo local de sempre, de quando eu a via diariamente.Pra mim, foi algo tão gratificante, que fui logo beijando sua face e escorregando meus lábios para sua boca majestosa, que indecisa me beijou de leve! mas que beijo surpresa, me deixou excitado e queria matar a saudade! se pudesse iria posuí-la ali mesmo, mas as pessoas passando e o movimento em volta de nòs, me fez acordar, como de um sonho.
Caminhamos e dialogamos um pouco;falamos do nosso amor, do nosso sentimento um pelo outro e de como estávamos nos sentindo sem a companhia agradável da pessoa amada; beijei-a prazerosamente e delicadamente para sentir o pulsar do seu coração batendo por mim e para fazê-la sentir minha respiração profunda e ofegante que esperava esse momento fantástico, emocionante do reencontro.
Combinamos de voltar. Ela queria que voltássemos como antes, mas por cautela aconselhei-a que voltássems sim, mas sem esperar e exigir nada um do outro para não haver mais aquela ansiedade e obrigatoriedade de ficar com o outro e muitas vezes sem poder estar sempre, pois a vida mudou muito para mim, e creio que para ela também, e para que não ficássemos como antes cobrando um do outro uma fidelidade que sabíamos não poder ter plenamente, por nossa condição desventurada de não morarmos debaixo do mesmo teto.
Sentí-me feliz em rever minha Fofinha e quero voltar em breve a vê-la e não vejo a hora de estarmos juntos como viemos ao mundo.
Por enquanto, fico só na imaginação dessa vontade que penso estar preste a se realizar e o que virá depois,não sei, mas me faz quase chorar, por pensar que não poderei tê-la sempre em meus braços! que aflição!mas, que confiança num amor que nasceu e não morreu,mas continua vivo.
