quinta-feira, 23 de abril de 2009

Brotou uma esperança


esses dias estive co a Fofinha, depois de tanto tempo ela me ligou. Quase não acreditei quando vi seu número em meu telefone, brilhando como uma estrela a me chamar:"Amor, eu quero te ver", e a minha resposta entusiasmante era:"Vamos marcar um dia". Na sexta feira estava com um novo ânimo mas não quis que ninguém soubesse. Era um segredo só meu. Iria ver minha gata, apaixão da minha vida e quando sai para o encontro, lá estava ela, no mesmo local de sempre, de quando eu a via diariamente.Pra mim, foi algo tão gratificante, que fui logo beijando sua face e escorregando meus lábios para sua boca majestosa, que indecisa me beijou de leve! mas que beijo surpresa, me deixou excitado e queria matar a saudade! se pudesse iria posuí-la ali mesmo, mas as pessoas passando e o movimento em volta de nòs, me fez acordar, como de um sonho.
Caminhamos e dialogamos um pouco;falamos do nosso amor, do nosso sentimento um pelo outro e de como estávamos nos sentindo sem a companhia agradável da pessoa amada; beijei-a prazerosamente e delicadamente para sentir o pulsar do seu coração batendo por mim e para fazê-la sentir minha respiração profunda e ofegante que esperava esse momento fantástico, emocionante do reencontro.
Combinamos de voltar. Ela queria que voltássemos como antes, mas por cautela aconselhei-a que voltássems sim, mas sem esperar e exigir nada um do outro para não haver mais aquela ansiedade e obrigatoriedade de ficar com o outro e muitas vezes sem poder estar sempre, pois a vida mudou muito para mim, e creio que para ela também, e para que não ficássemos como antes cobrando um do outro uma fidelidade que sabíamos não poder ter plenamente, por nossa condição desventurada de não morarmos debaixo do mesmo teto.
Sentí-me feliz em rever minha Fofinha e quero voltar em breve a vê-la e não vejo a hora de estarmos juntos como viemos ao mundo.
Por enquanto, fico só na imaginação dessa vontade que penso estar preste a se realizar e o que virá depois,não sei, mas me faz quase chorar, por pensar que não poderei tê-la sempre em meus braços! que aflição!mas, que confiança num amor que nasceu e não morreu,mas continua vivo.

O amor é algo que não tem fim. Não existe essa coisa que muitos falam que deixaram de amar alguém. O amor é um sentimento que é válido para sempre e quando amamos alguém este sentimento persiste, mesmo que nos afastemos da pessoa amada. Mesmo que não tenhamos convivência com aquela pessoa, o amor continua aceso dentro de nós. Quando começa é um mar de rosas, mas o mar de rosas também exprime um outro lado que normalmente não enxergamos, que preferimos não ver, pois é mais fácil ver o lado das flores e não o lado dos espinhos, das feridas e do contraste que inevitávelmente vem a todas as pessoas sem excessão.
Como o amor é um dom, além do sentimento em que se expressa, somos tentados a pensar que se esgotou por estarmos com os sentidos embotados por causa da dor e das desventuras que ocorram com o passar dos tempos. Mas, no fundo lá está ele. incandescente, e perturbando nossa capacidade de lidar com os fatos e com as pessoas. Perturbando nosso coração e fazendo-nos sentir e ter uma sensação de sofrimento sem fim.
Mas vale a pena preservar o amor mesmo que preça que está tudo perdido. vale a pena acreditar, porque ao final sabemos que a vitória não é pessoal, mas vem por circunstâncias que desconhecemos e caminhos que não esperamos, mas sempre é vencedor. O amor é vencedor e vitorioso! vale a pena amar!
Ame! não importando se não é amado, simplesmente ame e serás feliz!

sexta-feira, 17 de abril de 2009

A saudade continua

Já faz algum tempo que não vejo a Fofinha e estou com muita saudade.estive com ela próximo da data de seu aniversário, mas ficou muito triste e não foi lá muito legal. Depois, teve um dia, quando eu voltava para casa, do serviço , que ela me ligou e me informou que estava internada. Era dia 20 de fevereiro e soube que só saiu do hospital em 27 de março de 2009.
Senti muito por isso, e pior ainda por que ela não permitiu que fosse vê-la no hospital, dizendo que seria pior para sua saúde. Não insisti, mas fiquei aguardando confiante que ela se recuperasse.