quinta-feira, 29 de março de 2012

Daqui pra frente eu não sei


Até umas duas semanas atrás a Fofinha me ligava e eu ligava pra ela. Chegamos a nos ver sem no entanto termos realizado a fantasia de todo casal: se amar.Realmente confesso que minha vontade era de vê-la sempre e com maior constância possível, mas devido a ma série de fatos particulares e atividades diárias das quais eu não podia me esquivar decidi falar com ela com franqueza e dizer que no momento não poderia vê-la mais com a frequência que estávamos acostumados. Ela achou que eu estava com mal intenção com ela, que não podia deixar de vê-la e até chegou a me aprontar uma com vontade de me ver. Meses atrás havia indicado um remédio para ela usar e ela disse que sua mãe estava com sintomas que necessitava usar o tal medicamento. Dei para ela o nome por uma mensagem de celular, mas ela disse que tava difícil de ler. Então convidei-a para vir me encontrar e falaria o nome do remédio pessoalmente para ela. Mera desculpa. Tirou-me de ma reunião importante que eu não deveria perder para tentar me ver e me convencer de ficar com ela, vendo-a mas vezes por semana ou por mês. Foi em vão. Cheguei a conclusão que estava tendo que tomar um rumo diferente na minha vida e que ela não estava me ajudando muito nisto, muito embora, eu a ame e creio que ela me ame. Foi difícil para ela aceitar como estava sendo para mim, mas era um assunto que deveria ser enfrentado com coragem e chegado o momento de trabalho incansável pela necessidade. Há momento pra tudo, e o momento era de deixar de nos ver por um tempo. Não deixar de amar, que acho impossível isso acontecer, mas apenas nos ver menos ou talvez deixar de nos ver por um período. Não queria ofendê-la nem magoá-la mas tive que fazer isto e com o coração partido `^e-la partir dizendo que se eu quisesse depois retomar a nossa relação, não me daria garantia que poderia voltar, pois poderia ser tarde demais. Por isso, disse, daqui para frente eu não sei...

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Quando tudo parece perdido...


Parecia que havia perdido por completo o amor da Fofinha. Mas algo inusitado aconteceu. Ela resolveu ligar depois de um tempo e falou que não aceitava ficar longe de mim e que me amava muito, não conseguiria ficar sem minha companhia. Marcamos um encontro para conversar e sem compromisso de reatar. Já estava incrédulo quanto a voltarmos.Mas o sentimento de amor falou mais alto. Saímos mais uma vez e nos amamos como nunca! mas depois algo ainda pairou no ar. Uma dúvida: será que devemos continuar este relacionamento tão desfavorável. Eu acredito que deva parar, mas a Fofinha quer por que quer continuar.
Sei não, mas acho que estou perdendo o amor da minha vida, por circunstâncias quer fogem ao meu querer ou por falta de coragem de enfrentar um turbilhão de problemas que certamente virão se eu aceitar e assumir este amor na minha vida.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Perdendo um amor


O amor é algo misterioso. Não conseguimos nunca entender os caminhos que o coração escolhe, que na maioria das vezes , não concorda com a forma racional de vida, pelo menos no que se refere ao que nós aprendemos desde crianças.

É maravilhoso quando começamos um relacionamento e descobrimos que estamos apaixonados intesamente por alguém. É uma sensação gostosa, segura, que nos deixa extasiados. Mas, como disse, nem sempre esta paixão vem com o selo da racionalidade. Somos ensinados que devemos ser fiéis nos relacionamentos institucionalizados pela sociedade, como namoro, noivado e casamento ( até mesmo esta coisa do "ficar" moderno exige um compromisso, nem que seja momentâneo). Mas, a paixão não escolhe pessoas, o coração não vê as barreiras que a nossa mente e olhos podem ver. A pessoa se casa e depois de um certo tempo de convivência aparecemalgumas distorções de comportamento, ou pode haver coisas inconfessadas, escondidas que um conjuge não passou para o outro e aí começa um declíneo no relacionamento. Discussões e mágoas, beijos e tapas consomem a esperança que se teria na pessoa amada.

De repente surge alguém tão dócil e especial, carinhosa(o), e cordial e isto nos atrai, porque é o que procurávamos nas pessoa que amávamos ( e observe que já coloquei o verbo no passado) e passamos a nos apaixonar por outro ser, criatura que até agora não nos dávamos conta de que poderia existir. E ai vem a grande decisão: ou ficamos numrelacionamento fracassado e sofremos as consequências de ser uma pessoa tristonha e decepcionada com a vida para o restante de nossos dias ou partimos para outro relacionamento no qual mantemos a chama da esperança viva dentro de nós. O pior é quando descobrimos que tanto com o primeiro, como no segundo relacionamentonós vamos passar a ter uma vida de cão, devido aos intempéries da vida, do ciúme, do ego próprio que não cede ao desgaste da relação.

Ficamos sempre numa encruzilhada nestes casos e o rompimento com o amor que nos afaga a alma e aquece o coração, nos decepciona mais uma vez.

O que esperar de uma situação desta natureza. Escolhemos fazer tudo de acordo com nossa vontade e sofremos as consequências desta decisão ou usamos a razão e mantemos o nosso sofrimento numa relação fria, idiota, sem sentido, sem amor, só de aparência ( e podemos dizer aqui: sem sexo) e sofremos sacrificando a vontade de estar ao lado da pessoa em que temos esperança quando redescobrimos o amor?

Por enquanto na minha simples opinião é algo ainda a ter uma resposta dentro dos padrões racionais que conheço.

É muito triste perder um amor, principalmente quando este amor é perdido por algo que sabemos que nos trará sofrimento,ou seja uma relação indesejada.